Operação e Controle no Tratamento Secundário de Efluentes

Imagem do lodo com bulking filamentoso, considerado o problema mais recorrente nas ETEs.

 

Análise microbiológica preventiva e controle de derrames garantem qualidade do reúso da água no processo de fabricação de celulose e papel.

Quanto maior o reúso da água no processo de fabricação de celulose e papel, menor o custo operacional. Essa relação resume a lógica da tendência de gestão das águas que passam pelas linhas de produção. Embora sejam significativos os ganhos a partir da recirculação, os desafios aumentam a cada etapa quanto a manter os níveis de equilíbrio da qualidade da água e evitar contaminações do produto.

Água contaminada influencia a qualidade do produto final. Dessa forma, os produtos químicos carregados entre os efluentes requerem muita atenção. Segundo levantamento realizado nos últimos cinco anos pela Acqua Consulting, o arraste de sólidos é considerado o principal problema no tratamento secundário de efluente, representando 75% dos casos, seguido pela baixa eficiência de remoção da Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO5), com 17%, além de outros parâmetros da legislação, com 8%.

No artigo publicado pela Revista O Papel da ABTCP a nossa diretora técnica Ana Luiza Fávaro explica sobre os problemas operacionais encontrados no sistema de lodos ativados.

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