
A ACQUA CONSULTING oferece treinamentos técnicos especializados na área de tratamento de efluentes. Oferecemos cursos abertos e também in-company.
1 . Controle Operacional de ETEs – aspectos físico-químicos e microbiológicos.
Objetivos:
Apresentar aos participantes uma metodologia para gerenciar melhor a ETE (lodo ativado, lagoas aeradas, MBBR ou MBR) focada na interpretação dos dados físico-químicos e principalmente na identificação e classificação dos microrganismos. Utilizando-se dessa metodologia o operador da ETE pode tomar decisões operacionais mais coerentes e direcionadas a real causa do problema no desempenho da ETE, além de alcançar, em muitas ocasiões redução de custos operacionais da planta (ex: polímeros, nutrientes, etc).
Carga horária: 16 horas.
Primeiro dia:
• Sistemas biológicos: conceituação do funcionamento;
• Conhecer e entender as ferramentas de gerenciamento da qualidade dos efluentes desde a sua geração, passando pelo seu tratamento e descarte no corpo receptor;
• Caracterização da Legislação Ambiental: padrões de lançamento de efluentes;
• Entender os principais parâmetros físico-químicos monitorados na ETE, bem como o seu impacto no corpo receptor, caso estejam acima da concentração recomendada;
• Conhecer e entender os parâmetros básicos de controle operacional e de desempenho de processo (temperatura, pH, OD, DQO, DBO, Sólidos em suspensão e Sólidos Decantáveis, Nitrogênio, Fósforo, cor, turbidez, concentração de amônia, toxicidade, Idade do Lodo, IVL, relação F/M) e quais os valores adequados desses parâmetros para a ETE;
• Entender os problemas que podem ocorrer no corpo receptor caso os parâmetros acima citados ultrapassem a concentração recomendada;
• Entender a operação da ETE.
Segundo dia:
• Conceito e classificação dos Microrganismos;>
• Noções de biodegradação;>
• Nitrificação e Desnitrificação;>
• Compreender a formação e evolução dos flocos biológicos à medida que o efluente circula na ETE;>
• Aprender a classificação dos flocos biológicos – floco ideal, Pin Floc e Bulking Filamentoso;>
• Diagnosticar a patologia dos flocos;>
• Intumescimento filamentoso do lodo (Bulking);>
• Principais causas do intumescimento do lodo;>
• Controle das bactérias filamentosas;>
• Identificar zoogléia – indicador da biodegradabilidade do efluente;>
• Identificar fungos – indicador de pH ácido;>
• Identificar rosetas e tétrades – indicadoras de desequilíbrio de nutrientes;>
• Identificar a presença de óleo no efluente;>
• Conhecer e identificar os principais grupos de protozoários e metazoários (amebas, flagelados, ciliados livres, ciliados fixos, andarilhos, carnívoros, suctórios, rotíferos, nematóides e outros);>
• Aprender a fazer contagem da população de protozoários e metazoários;>
• Relacionar fatos que ocorrem na operação da ETE com a presença e/ou ausência de determinadas espécies de bactérias e protozoários;>
• Estudos de caso práticos contemplando resultados de análises microbiológicas.>
Perfil do participante:
Profissionais Químicos, Bioquímicos, Biólogos, Engenheiros, Técnicos e Operadores que atuam em Estações de Tratamento de Efluentes.
2. MICROBIOLOGIA DE LODOS ATIVADOS – CURSO PRÁTICO
Objetivos:
Fornecer instruções básicas e os procedimentos adotados no controle microbiológico de plantas de Lodos Ativados. Pretende-se fazer com que o participante acompanhe o processo de tratamento de efluentes por meio de análise de flocos e filamentos, como também por métodos de contagem e identificação de protozoários e micrometazoários e com isso possa relacionar fatos que ocorram na estação com a presença destes, estabelecendo uma relação causa e efeito na operação de uma planta permitindo ainda a operação em tempo real.
Carga horária: 24 horas.
Conteúdo programático:
- Noções de biodegradação
- Definição dos processos de tratamento de lodos ativados
-
Formação de flocos
-
Ecologia dos microrganismos
-
Identificação de causa e efeito dos principais microrganismos presentes
-
Principais variantes do processo
-
Intumescimento filamentoso do lodo (Bulking)
-
Características dos flocos
-
Características da sedimentação
-
Principais causas do intumescimento do lodo
-
Métodos de controle de bactérias filamentosas
-
Bactérias filamentosas - descrição dos principais gêneros
-
Ocorrência das bactérias filamentosas relacionadas com a situação do processo
-
Noções de microscopia (calibração do microscópio)
-
Coleta e preservação da amostra para análise
-
Análise qualitativa e quantitativa do lodo (contagem de microrganismos)
-
Medidas de flocos e filamentos
-
Método de coloração para identificação das bactérias filamentosas
- Interpretação das análises relacionando-as com o desempenho do processo
Perfil do participante:
Profissionais Químicos, Bioquímicos, Biólogos, Engenheiros, Técnicos e Operadores que atuam em Estações de Tratamento de Efluentes.
Rua Ana Pimentel n° 12 - Bairro Ponta da Praia - Santos - SP - CEP 11030-050 - (13) 3877-4530 e (13) 3877 2540 | By OESP